Como Pode?

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Você já se fez essa pergunta hoje?

Como funciona o Uber

Muito se tem falado ultimamente sobre o Uber, serviço alternativo de transportes urbano, mas ninguém explica de fato como o serviço funciona.

Pensando nisso, resolvi fazer um post definitivo, do ponto de vista do passageiro. É muito importante que todos conheçam o Uber, seus prós e contras, para que não sejamos pegos de surpresa quando precisarmos do serviço.

O Uber é uma forma de se locomover pela cidade, pagando para um motorista que não é um taxista. Não é uma carona, pois o serviço é pago. E não é um táxi.

Um taxista, para poder transportar passageiros, precisa ter uma licença, um alvará emitido pela prefeitura. O taxista anda na linha, tem que pagar os impostos devidos. Um ponto de táxi, hoje, pode custar R$ 100.000,00.

Já pelo Uber, os motoristas não pagam todas essas taxas. Isso porque, pelo Uber, eles se enquadram como empresa de tecnologia, prestando serviços numa “brecha” tributária.

Esse é o motivo da guerra entre taxistas e motoristas do Uber. Enquando uns pagam muito, outros não pagam. E fazem quase o mesmo serviço.

Para se utilizar o Uber, basta instalar o aplicativo no celular (Android e iOS). Você pode fazer o cadastro pelo link abaixo, e receber um crédito de R$ 20,00 para conhecer o serviço. Experimente de graça sua primeira viagem:

https://www.uber.com/invite/8yhvjaqjue

Com o aplicativo instalado, basta escolher para onde ir. Um motorista cadastrado será localizado, você saberá de antemão quanto irá pagar, você irá fazer a sua viagem, e pronto. Tudo feito e tudo pago pelo celular (é necessário um cartão de crédito).

Quais as vantagens? Se você anda de táxi à noite (Bandeira 2), com o Uber fica mais barato. Durante o dia (Bandeira 1), os valores são parecidos.

O Uber tem todo um processo para cadastramento de motoristas. Os motoristas são indicados por motoristas já cadastrados. Os motoristas podem ser avaliados pelo aplicativo. Os carros podem ser mais chiques que os táxis comuns.

O Brasil é um país engessado. Andar de táxi não é fácil. Não é barato. São necessários muito mais taxistas no país, mas a dificuldade, a corrupção para obtenção de alvarás, escancara a necessidade de alternativas. Some-se a isso o caótico transporte público, o caos urbano…

É aí que entra a inovação, a jogada, o social. Uber vem ajudar onde o Estado atrapalha. Não por culpa dos taxistas, não por culpa dos passageiros.

A simplicidade do Uber é necessária. O ideal seria se os taxistas pudessem se utilizar da tecnologia, da forma como o Uber permite. Mas há toda uma estrutura, uma hierarquia, um retrocesso histórico que prejudica a todos.

Experimente o Uber. Faça o cadastro e dê uma voltinha de R$ 20,00 grátis.

https://www.uber.com/invite/8yhvjaqjue

Como conseguir seguidores no Twitter

Quem tem Twitter sabe que é legal ter muitos seguidores. Postar pra ninguém ler nem sempre é interessante. O ideal é que, ao postar, quanto mais pessoas lerem, melhor.

Ter muitos seguidores no Twitter é algo muito subjetivo. Você pode ter uma meia dúzia de seguidores, que realmente te seguem, e para os quais você é importante. Você pode ter também milhares de seguidores, e que nunca nem se deram ao trabalho de entrar no seu Twitter. São apenas números.

Para ambas as situações, são vários os prós e contras. Se você tiver seguidores fiéis, e sua mensagem for importante, relevante, ela será lida, com certeza. E são grandes as chances dela ser passada adiante, de ser comentada, etc e tal. Se você tiver centenas de milhares de seguidores, por questões matemáticas, estatísticas, ela poderá ser lida também. Se você tiver sorte, alguém vai ler, vai achar interessante, e pode passá-la adiante também.

Se fôssemos levar em consideração o porque dessas redes sociais existirem, certo seria que os seguidores fossem, de fato relevantes. Isso faria com que a informação que transita pela rede seja mais robusta, mais direcionada. Não apenas palavras jogadas ao vento, como muito se vê hoje em dia. A razão de ser da rede social seria, de fato, ser social.

Ter seguidores “zumbis”, segundo essa premissa, é algo sem valor, portanto. Não vale nada. É o típico comportamento adolescente, de ser popular, de querer ter muitos amigos, sem nem mesmo conseguir dar atenção a todos eles. Ter muitos seguidores seria a razão principal da rede social, nesse contexto. Aos olhos dos outros, de quem vê um número inflado de seguidores, pode-se até ter a impressão de que o seguido é mesmo “popular”. O que nem sempre acontece.

Utilizar os vários sistemas que existem por aí para conseguir mais seguidores faz justamente isso. Adiciona, com o mínimo de critério, pessoas aleatórias em Twitters aleatórios. E nessa aleatoriedade, os números disparam. Nesses sistemas, o adicionar automático, o “conseguir mais followers”, hoje oferecido de forma gratuita e paga, podem ser considerados uma praga nas redes sociais.

Se você quer conseguir mais seguidores no Twitter de verdade, seguidores que realmente sejam relevantes, é necessário que você seja relevante para eles também. E isso é algo muito relativo. Você pode ser um anônimo, com milhares de seguidores, pois escreve (tuita) coisas engraçadas, ou interessantes, ou informativas… escreve algo que mereça ser lido. E isso vai muito de cada um.

Uma forma de ser relevante é postar algo relevante. E uma das formas de postar algo relevante pode ser feito no site TWIGRUPOS (http://twigrupos.com). Lá é possível criar uma campanha, sobre qualquer tema. Ao criar a campanha, você deve enviar uma imagem, que será como um selo, um adesivo, que será colado sobre a sua foto do Twitter. Esse adesivo deve ser algo relativo à sua campanha. Ao criar a campanha, o adesivo fica disponível para ser colado por todas as pessoas que se interessarem pelo tema.

Quem colar o adesivo sobre sua própria foto, imediatamente irá te seguir no Twitter também. Isso é ser relevante, sem trapaças. Se sua campanha for interessante, muitas pessoas irão te seguir. Com muita sorte, como num efeito cascata, milhares de pessoas podem acabar te seguindo.

Você pode tentar criar uma campanha e sair divulgando. Faça o teste!

http://twigrupos.com

Os atrasados do ENEM. Estou falando dos jornalistas.

Todo ano é a mesma coisa, e parece que a tendência é fica pior. Com a crescente degenerescência dos jornalistas, faltam matérias interessantes. E na falta de assunto, resta falar dos atrasados do ENEM.

Pelo que vi esses dias, o índice de abstenção foi de mais de 20% no primeiro dia. Ou seja, mais de 1 milhão de candidatos não foram fazer a prova. Isso mostra que o ENEM não é levado a sério como deveria. Tanto pelos estudantes, quanto pelos jornalistas.

Foram várias as manchetes nos principais sites do país. Todos dando destaque para os estudantes atrasadinhos, e para as falhas de segurança do processo seletivo. Infiltraram jornalistas e fotógrafos no exame, e encontraram uma série de problemas.

Um dos problemas encontrados, alardeado com o fim do mundo, foi o fato de estudantes “tuitarem” durante o exame. Na verdade, o problema maior, de acordo com o edital, é portar e usar equipamentos eletrônicos, como o celular. Na falta do que escrever, os jornalistas exageram na dose e prolongam a matéria citando o serviço de micro-blogging Twitter. Por que, eu não sei.

Em algumas cidades, de acordo com reportagem da rádio CBN Campinas, um estudante atrasado conseguiu entrar. Tal estudante havia sido prejudicado, pois o seu local de prova foi alterado, e ele não recebeu a notificação. Por 4 minutos, os fiscais deixaram ele entrar. Uma outra candidata, por 10 minutos, não entrou. Por que?

Essa pergunta não faz sentido para uma reportagem de uma rádio conceituada como a CBN. Não entrou porque não poderia ter entrado. Ou a CBN agora tem um poder de decidir quem pode entrar, ou quem não pode entrar? E não me venham citando o rapaz que entrou com 4 minutos de atraso. Ele entrou, e pronto. O que a CBN faz de útil tentando armar um complô contra os fiscais, contra os responsáveis pelo exame, jogando duas situações diferentes (4 minutos e 10 minutos de atraso)? O que faz da CBN capaz de dizer que 10 minutos dá o mesmo direito a quem entrou com 4 minutos? Aliás, o que dá direito a CBN de questionar se o estudante poderia entrar com 4 minutos de atraso?

O jornalismo da CBN é tão sensacionalista quanto o do UOL, que ontem e hoje publicaram reportagens sobre o exame. O UOL infiltrou um fotógrafo, que tirou fotos dos cadernos de questões sendo abertos. Grande reportagem jornalística, deve ter acrescentado em muito para o currículo do fotógrafo. Pior ainda foi o repórter convocado na última hora para ser fiscal de prova, e que acolheu, sem nenhum conhecimento técnico, um RG que não era original. Que furo de reportagem, um RG não original serviu pra fazer a prova do ENEM.

Isso mostra que as prioridades jornalísticas estão cada vez menos focadas. Escreve-se sobre qualquer bobagem. Quão importante é o ENEM, dada a quantidade de problemas, falcatruas, injustiças que existem aos montes por aí? Ou é mais importante ficar o final de semana inteiro publicando reportagens sobre o candidato doente que fez a prova? Ou então se preocupar com quais músicas os estudantes escutavam antes da prova?

Vão fazer algo que presta.

Todo japonês é honesto, trabalhador, certinho?

Diz a lenda que as pessoas de ascendência oriental são trabalhadores, honestos, de confiança. Em especial os japoneses. Quem conhece, ou já conheceu alguma família de japoneses, tem essa impressão.

Isso acontece por vários motivos. Como vieram de outro país a trabalho, e conseguiram relativo progresso, as pessoas têm a impressão de que todos os japoneses merecem respeito e admiração.

De fato, grande parte dos japoneses não passa maiores necessidades. É difícil ver algum descendente de japonês pedindo esmola, por exemplo. Ou ainda, pouco se ouve falar de descendentes de japoneses envolvidos em crimes como roubo, assassinatos, sequestros.

No entanto, é bom ficar de olhos bem abertos. Como em toda sociedade, existem sim os ovelhas-negras, pessoas que resolvem fugir a regra, e acabam sendo recriminadas com ou sem razão.

Uma dessas pessoas apareceu recentemente nas manchetes. É uma jovem de Campo Grande, de apenas 19 anos. Detenta. Descendente de japoneses. Acusada de trafico de drogas. Seu nome é Kettryllen Oshiro, e venceu recentemente um concurso de beleza. Que grande orgulho deve ser para os pais e avós.

http://glo.bo/p0MmZC

Japonesa presa

Japonesa presa

Outra pessoa mais famosa é o político Luiz Gushiken. Segundo a wikipedia,

“Em 2005 Gushiken foi acusado e defende-se em processos em curso junto ao Tribunal de Contas da União e ao Supremo Tribunal Federal. Deixou a Secretaria de Comunicação e perdeu o status de ministro, assumindo a função de Chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos, NAE. Deixou o governo definitivamente em 2006, pouco tempo após a reeleição de Lula.”

Luiz Gushiken

Luiz Gushiken

Em São Paulo, no bairro da Liberdade, temos um ou dois japoneses mendigos. Quem já passou por lá deve ter visto. Diz a lenda que várias famílias de descendentes de japoneses de lá já tentaram ajudá-lo, mas o boa vida simplesmente recusa-se a receber qualquer tipo de ajuda.

Esse não é ele

Esse não é ele

Se levarmos em conta a questão de bom senso, temos na mídia alguns descendentes que tiveram suas atitudes questionadas, por não estarem de acordo com o que “boas famílias” pregam. Estamos falando da famosíssima Sabrina Sato, que além de posar pelada, protagonizou uma das poucos transas no Big Brother Brasil, da rede Globo.

Sabrina Sato

Sabrina Sato

Mais espantoso ainda foi um sequestro ocorrido há mais de 20 anos na cidade de Mogi das Cruzes. Dois estudantes do renomado ITA, de São José dos Campos, sequestraram a filha de uma das famílias mais tradicionais da cidade, os Eroles, de uma empresa de ônibus. Pascoal Katsumi Ishii e Eiji Ishisaki, foram mortos por manterem em cárcere privado (sequestro) Thabata Larissa Eroles Aragão. Diz a lenda que eles foram cobrar uma dívida relativa a contrabando de produtos do Paraguai. Na época, Gil Gomes deu o ar da graça na cidade, chamando o ITA de Instituto de Treinamento de Assassinos. Os dois estudantes foram mortos.

http://www.tvmoginews.com.br/default.aspx?id=3823

No Japão, os descendentes de japoneses são personagens pitorescos das mais variadas tragédias familiares, dignas de Nelson Rodrigues. Brasileiros (sim, brasileiros, pois nasceram no Brasil) descendentes de japoneses aparecem com frequencia nos telejornais japoneses. Mal vistos, são responsáveis por pequenos furtos, desinteligências, e até assassinatos. O brasileiro Adriano Sakamoto (35) é o principal acusado de ter matado a japonesa Yumi Harada (36) grávida de 7 meses dele em Aichi-ken, Kota-cho.

Por que comprar um iPhone 4?

Nunca comprei um telefone celular. Sempre ganhei de presente. Meu primeiro celular foi um Motorola, modelo Talkabout. Era um celular pequeno, com visor igual ao do Game Boy. Supria bem minhas necessidades, que não eram muitas. Aliás, eu não precisava de celular, mas minha mãe precisava saber onde eu estava.

Celular Motorola Talkabout

Celular Motorola Talkabout

Meu segundo celular foi um Nokia, cujo modelo eu não me lembro o nome. Era um modelo colorido já, com menuzinho, e tal. Ganhei da patroa, que queria monitorar minhas conversas. Foi um bom celular, deve estar funcionando até hoje.

Meu terceiro celular foi um Nokia também. Minha patroa tinha comprado um Nokia N70, mas achou ele um pouco pesado, e me deu de presente. Esse foi um celular valente. Ele tinha uma câmera de 2mp, e foi o que mais usei para tirar fotos até hoje. Pude instalar vários aplicativos nele também. Como rodava o Symbian, tinha um monte de joguinhos disponíveis. Era um Smartphone completo, como dizem por aí.

Nokia N70

Nokia N70

Tive também um Nokia E65. Esse era bem parecido com o Nokia N70, em relação ao processamento, funcionalidades. O teclado era deslizante, e o celular era menor que o N70 também. Muito legal esse aparelho, tinha wi-fi, e tal. O navegador era razoável, abria as páginas mais simples, e as páginas otimizadas para mobile. Esse celular era do amigo do amigo de não sei quem, amigo do meu irmão, que ia buscar o celuar em casa… e como o meu antigo N70 tinha zicado o display, não pensei duas vezes. Peguei emprestado pra mim.

Nokia E65

Nokia E65

Meu último celular, também um presente, foi um iPhone 4. E esse sim é um senhor celular. Eu sempre quis, por exemplo, jogar Street Fighter 2 no celular. No iPhone 4, não só joguei o Street Fighter 2, como joguei vários outros Street’s disponíveis.

Jogar no iPhone 4 é realmente surpreendente. Não sei como funciona em outros celulares Android, mas a tela multi-touch do iPhone 4 é muito boa. Telas multi-touch permitem uma variedade maior de comandos, necessários em jogos. Como num video-game, agilidade é fundamental, e a tela responde bem aos comandos.

Além dos jogos, tenho me divertido bastante com a opção de mapas e GPS. O iPhone 4 utiliza os mapas do Google Maps. Inclusive, aparecem as imagens do Google Street View (http://www.riostreetview.com). Com o posicionamento automático, dá pra traçar rotas, e tal… bem legal.

Em relação às mídias sociais, o iPhone 4 tem aplicativos interessantes. Instalei um aplicativo do Facebook mesmo, e achei bem legal. Pro Twitter, uso o Echoffon. Pra navegar, temos a opção de zoom na tela, utilizando dois dedos. Uso o Safari, e estou bastante satisfeito. Muitas pessoas questionam o iPhone 4, pois ele não abre sites em flash… mas para isso, existem vários navegadores disponíveis por aí, que já abrem flash também.

Venho usando pouco o iPod (sim, o iPhone tem um iPod instalado). Cabe muita música, são vários os aplicativos disponíveis. Tem um que está me ajudando muito. Ele identifica a música que está tocando. Como tenho milhares de músicas, muitas das quais totalmente bagunçadas, sem título, sem nada, o aplicativo é uma mão na roda.

O único problema que tive até agora foi a câmera frontal. Ela resolveu dar pau. Pesquisei muito na Internet a respeito, e vi que fui abençoado com um dos modelos cuja câmera trava, sem motivo aparente. Não adiantou nada eu dar boot físico, atualizar o firmware, etc. Até trocar de cãmera já tentei, mas a câmera que eu comprei parece muito fajutinha… então estou no aguardo da outra câmera, que comprei pelo eBay.

Como o iPhone 4 tem duas câmeras, venho me virando com a câmera traseira (aquela que tiramos fotos de nós mesmos). Ela é muito boa. E se ela é boa, a da frente então deve ser bem melhor.

Um dos problemas que o iPhone 4 pode trazer aos usuários é devido ao bloqueio. O iPhone 4 vem de fora (o meu veio dos EUA) bloqueado, só funcionaria com chip da AT&T, uma operadora dos EUA. Para burlar esse bloqueio, tenho um negocinho chinês, chamado Gevey. Ele permite que eu utilize um chip pré-pago da TIM. Dessa forma, telefonar e usar a Internet é bem tranquilo.

Já postei aqui sobre alguns probleminhas na atualização do software (no momento, estamos na versão 4.3.5). Tive que fazer o Jailbreak, que é um procedimento legal, e que me permite baixar aplicativos de graça. Caso não seja feito o Jailbreak, é necessário pagar por cada aplicativo baixado. Os preos são baixos (coisa de 0,99 dólar, ou pouco mais que isso), mas de aplicativo em aplicativo, a coisa pega. Como eu sou pobre (ganhei o iPhone 4), não posso me dar ao luxo de pagar por todos os aplicativos… mas quem tem grana nem deve se preocupar com isso.

Estou planejando, num futuro próximo, pegar um celular Android. Já brinquei com um, e achei bem prático também. Só que, como nunca comprei celular, espero não precisar comprar esse também hehe…

Avisar antes que ali é uma casa de família

Você sabe o que é uma casa de família? Segundo o consenso popular, casa de família é aquela onde seus moradores têm boa índole, com reputação ilibada, trabalhadores. É uma casa onde não mora nenhum mau elemento.

Saber se uma casa é de família mesmo não é fácil. As aparência enganam… e mesmo adentrando a casa, só convivendo com seus moradores é que podemos saber, ainda que pouco, se são pessoas boas mesmo.

Uma das formas de se pensar, erroneamente, que uma casa não é de família, é saber onde tal casa está localizada. Isso faz parte subconsciente popular. Preconceito inato. Eu, você, todos podemos fazer um pré-julgamento, sem nem conhecer as pessoas, e dizer que tal casa, em determinado bairro, não é uma casa de família… só pelo fato dela estar situada lá.

Imagine o cenário: um certo bairro, da cidade de Campinas, é mundialmente conhecido pela quantidade exagerada de mulheres que trabalham como prostitutas. Oferendo seus serviços no portão das casas, Itatinga, o bairro, tem a maior quantidade de mulheres da vida por metro quadrado no Brasil.

Andar por Itatinga é assustador. Em pleno dia, as mulheres abordam os visitantes, que passeiam tranquilamente pelos bairros. Carros e mais carros escolhem em qual local irão parar e dar uma relaxada. É só olhar em volta, em meio a centenas de mulheres de trajes íntimos, se exibindo, incitando o imaginário masculino, em troca de dinheiro.

Voltemos aos fatos. O que você iria dizer se visse uma foto de uma casa, no bairro de Itatinga? Imagine-se de frente para a casa. Atrás de você, algumas vizinhas dançando funk. A vizinha do lado, com as pernas a mostra. Do outro lado, uma Land Hover, e algumas mulheres disputando a tapa a atenção do motorista…

O que você diria das pessoas que moram em uma casa naquela região? Fale a verdade?

Bom, uma casa em especial em Itatinga merece o seu respeito. Peça perdão mentalmente ao morador da casa, que você nunca viu na vida. Isso, porque bem na porta da casa, está uma singela placa, afixada no portão. E essa placa diz tudo.

Residência Familiar

Residência Familiar

http://www.brasilstreetview.com/map/63081/jardim-itatinga-campinas-mas

Brinquedos infláveis para festas infantis

Se você algum dia precisar alugar brinquedos para uma festa infantil, saiba que os preços não são altos. Basta encontrar uma boa empresa de locação de brinquedos.

Geralmente, os brinquedos que vêm na cabeça em primeiro lugar são a cama-elástica e a piscina de bolinhas, tidos como clássicos em festinhas. Se você nunca viu, veja como eles são:

Cama elástica

Cama elástica

Piscina de bolinhas

Piscina de bolinhas

O aluguel desses brinquedos é muito barato. Normalmente, você aluga por evento, por festa. Como se fosse uma diária. É bom lembrar que algumas empresas alugam o brinquedo e mandam também um monitor, alguém que ficará responsável pela segurança das crianças no brinquedo. O preço fica em torno de R$ 150,00.

Outros brinquedos mais sofisticados também podem ser alugados. Por exemplo, você pode alugar um pula-pula, e um mini pula-pula, para as crianças menores. Ambos infláveis, são garantia de muita diversão.

Pula Pula

Pula Pula

Mini Pula Pula

Mini Pula Pula

Normalmente os brinquedos infláveis pedem algum tipo de instalação elétrica próxima que dê conta do recado. Isso normalmente é problema da empresa de locação. Eles levam um eletricista, ou os próprios funcionários já sabem o que fazer. Como os brinquedos infláveis precisam de uma bomba de ar que os encham, fique atento. Pense em um local adequado antes de procurar a empresa de brinquedos.

Existem muitos tipos de brinquedos e faixa de preço. Festas maiores, como festas de empresas, por exemplo, podem pedir um “Futebol de Sabão”, para várias pesssoas. Nesse brinquedos, várias pessoas jogam bola em uma pista molhada e ensaboada. Como é de se imaginar, o pessoal cai várias vezes… mas é bem divertido. Festas de adolescentes, de formatura, são garantia de muita diversão, principalmente se tiver uma piscina perto.

Futebol de Sabão

Futebol de Sabão

Se a festa for uma festa para arrecadar dinheiro, por exemplo, você pode tentar também alugar um brinquedo, e vender ingressos para quem quiser brincar. Se a festa tiver muita gente, você pode até ter algum lucro. Por exemplo, um brinquedo muito legal, e caro (você pode cobrar R$ 5,00 a R$ 10,00 tranquilamente) é a Bolona Gigante, ou Bolão Gigante. Nesse brinquedo, a pessoa entra dentro de uma bola inflável, e é atirada ladeira abaixo (no caso, uma rampa do próprio brinquedo). É diversão na certa!

Bolão Gigante

Bolão Gigante

Lembre-se: o sucesso de sua festa com esses brinquedos depende de uma boa empresa que alugue bons brinquedos. Uma boa empresa é a Tio Palito, do interior de São Paulo (http://www.tiopalito.com.br). Com clientes famosos, como empresas de grande porte, prefeituras, e até o Caldeirão do Huck, a empresa é uma das mais recomendadas. Procure referências, e entre em contato, se você tiver interesse em fazer uma festa bem legal.

O pastel da feira

Todos os domingos, pela manhã, tento ir à feira comer um bom pastel. E não sou o único, já que as barracas vivem lotadas. E quem não gosta?

Comer pastel na feira é uma tradição em muitas cidades. Ponto de encontro para colocar a conversa em dia, dividir um bom pastel de carne, de queijo, com um copo de caldo de cana (ou garapa, ou guarapa), é muito bom. Ambiente agradável, preço bom, comer pastel com certeza é o programa ideal pra aproveitar uma bela manhã de domingo.

Na minha cidade, um pastel custa em torno de R$ 2,00. Lá vende também alguns pastéis mais sofisticados, com ovo, por exemplo, e que custam R$ 4,00. Como prefiro tomar uma refrigerante junto, de preferência a famosa Caçulinha (guaraná), com R$ 10,00 já fico feliz. Dois ou três pastéis, duas Caçulinhas, e pronto.

Muitos falam dos problemas relacionados ao pastel. Comida frita, gordurosa, realmente ele não é a melhor opção para quem se preocupa com a saúde. Frito no óleo, um pastel de carne, por exemplo, tem 155 calorias. Um pastel de queijo já é mais calórico: 243 calorias. Para quem não sabe, além das calorias, a gordura, o óleo utilizado na feira, acaba se tornando tóxico com a reutilização excessiva. Isso acontece porque o óleo vai perdendo seus constituintes naturais, aumentando o índice de gordura saturada, por exemplo. Ácidos graxos, liberados na utilização excessiva em frituras, são comumente utilizados como parâmetro para conferir a qualidade do óleo.

É evidente que o óleo de um pastel de fim de feira, reutilizado durante todo o dia, por exemplo, não irá matar ninguém. O problema acontece quando o mesmo óleo é reutilizado durante dias (sim, isso pode acontecer!). É aí que está o grande risco. Mas não é difícil perceber quando isso está acontecendo. Normalmente, alimentos fritos com óleo reutilizado perdem a “crocância”, ficam menos crocantes. Aparecem também algumas manchas escuras no alimento frito. Isso é sinal de que o óleo já passou do ponto. Existe até uma chamada Fita Monitor, que pode ser utilizada para ver a qualidade do óleo… mas na feira isso é bem difícil de se ver.

O ideal, bem dizer, seria um pastel assado, mas as feiras não oferecem esse tipo de pastel. E, convenhamos, é meio sem graça um pastel assim, não é mesmo?

Pastel de feira

Pastel de feira

Receita de pastel:

Ingredientes:
3 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de água morna (ou um pouco mais)
3 colheres (sopa) de óleo (de soja, milho, girassol ou algodão)
1 colher (sopa) de aguardente
1 colher (sopa) rasa de sal
Farinha de trigo para trabalhar a massa

Modo de preparo:
Coloque a farinha misturada com o sal em uma vasilha ou uma mesa e abra um buraco no meio
Nesse buraco coloque o óleo, a aguardente e um pouco de água
Misture a água e a farinha aos poucos, cada vez pegando um pouco mais de farinha da borda do buraco
Quando a massa estiver ficando dura, coloque mais água
A massa deve ficar macia
Se estiver um pouco grudenta, não tem problema
Se estiver muito grudenta, coloque mais farinha
Se estiver dura, coloque mais água
Em uma superfície enfarinhada, abra a massa com o auxílio de um rolo, de forma que ela fique bem fina
Se não ficar fina, ela não fica crocante depois de fritar
Recheie a gosto, e feche com um garfo ou com o verso de uma faca
Frite em óleo quente (não muito) em fogo médio-alto e escorra com o auxílio de uma escumadeira, antes de deixar para secar em papel absorvente
Rende 15 pastéis grandes (tamanho feira)
Você pode colocar parte da massa antes de abrir na geladeira, embalada em um plástico ou papel filme, se quiser fazer menos pastéis

Boneco do Pocoyo

Toda noite lá pelas 23:00 h, no canal Discovery Kids, passa um dos desenhos que minha filha mais adora. É o Pocoyo.

Pocoyo

Pocoyo

Pocoyo para quem não conhece é um menininho bem simpático, que usa uma roupa e um gorro/chapéu azul. Ele deve ter seus 3 ou 4 anos, e é bastante curioso.

As historinhas são bem simples. Pocoyo brincando com seus amiguinhos, Pocoyo aprendendo sobre como ser educado, a não fazer coisas erradas, etc. É bem voltado para crianças pequenas mesmo.

Um dos amiguinhos do Pocoyo é o Pato. Seu nome é Pato mesmo. Amarelo, ele usa um chapéu verde. O Pato é mais espertinho que o Pocoyo, tem um jeito meio malandro de ser. Pocoyo e Pato são grandes amigos.

Pato, amigo do Pocoyo

Pato, amigo do Pocoyo

Uma outra amiga do Pocoyo é a elefante Elly. Ela é grande, rosa, e um pouco inocente também. Vez ou outra, a Elly dá uma de mediadora entre o Pocoyo e o Pato.

Elly, amiga do Pocoyo

Elly, amiga do Pocoyo

As histórias são quase sempre em cenários vazios. Só aparece o necessário, como os brinquedos, plantas, ou o que quer que faça parte do enredo. Simplicidade é tudo.

Outros personagens também aparecem. Temos o cachorrinho Loula e o passarinho Paparoto. Tem também uma minhoca amarela que aparece de vez em quando. Os nomes desses personagens são meio estranhos, nem sei se escrevi certo hehe.

Alguns episódios são famosos, como o Pocoyo Dance, Blocos Musicais e Super Pocoyo. As histórias são bem contadas, muitas vezes por um narrador de fora, que interage com os personagens.

Pocoyo e Pato dançando são um caso à parte. Eles têm suas dancinhas características, inconfundíveis. O Pato é um exímio dançarino.

Minha filha tem um boneco de pelúcia do Pocoyo que ela ganhou de presente. da madrinha. É igualzinho ao do desenho, já que Pocoyo é 3D, todo feito em computação gráfica. Se não me engano, a marca é Long Jump, caríssia por sinal. Minha filha tem ainda o computador do Pocoyo, que vem em inglês e português, com muitas brincadeiras de adivinhação e memorização. Esse também custa o olho da cara, mas vale a pena.

Se seu filho gosta do Pocoyo, saiba que no Youtube existem milhares de episódios. No eMule tem outra pancada de episódios. E se você procurar os torrents, vai encontrar temporadas completas em espanhol e em inglês. Como as histórias são universais, dá pra baixar e assistir tranquilamente.

A Fazenda estréia dia 19 de julho na Record

Começa dia 19 de julho a nova temporada do A Fazenda, na Record. Famoso por reunir personalidades, esse ano especula-se que Bruna Surfistinha e João Kleber farão parte do elenco.

Com um prêmio de R$ 2.000.000,00 e comandado por Brito Júnior, você poderá acompanhar as últimas notícias do A Fazenda no site A Fazenda Hot! Reunindo o que há de mais atualizado no Twitter, no Youtube, no Google News e no Twitpic, será possível saber em tempo real o que de fato está acontecendo de mais interessante com os peões!

Confira!

http://www.afazendahot.com