Como Pode?

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Você já se fez essa pergunta hoje?

Meu gatinho lindo

Como o amor entre os animais é lindo

Meu Gatinho

Meu Gatinho

Panquecas com mel dos desenhos animados

Quem nunca viu nos desenhos animados aquelas panquecas enormes, do tamanho de um prato, empilhadas aos montes? De cabeça, não lembro de um desenho em especial que elas apareçam… mas que aparecem, aparecem!

Panqueca

Panqueca

Uma panqueca nada mais é do que uma mistura de ovo, leite e farinha. Em algumas receitas, vão açúcar e manteiga. Com a massa pronta, é só fritar na frigideira, bem rapidinho.

Nos desenhos animados, as panquecas quase sempre parecem ser doces. E pra panqueca doce ser gostosa, a cobertura deve ser gostosa também. E é aí que vem a pergunta: o que o pessoal coloca em cima da panqueca?

Uma das receitas mais famosas de panqueca doce é aquela onde se coloca mel por cima. Mas não o mel de abelha comum… mas um mel extraído do tronco de árvores. É o mel de maple.

Esse mel é mais comum em países como o Canadá. No Canadá, para quem não sabe, temos as famosas cataratas de Niágara. Se você nunca ouviu falar das cataratas de Niágara, é só se lembrar do famoso episódio do Pica Pau, onde ele desce as cataratas em um barril.

Bom, falei tudo isso porque me lembrei de um episódio do Pica Pau onde aparecem as panquecas. Se eu encontrar, posto aqui novamente.

Voltando ao mel de maple, esse mel nada tem a ver com abelhas. Extraído de forma parecida com que o látex era extraído da seringueira (para se fazer a borracha), o mel de maple é extraído com muita paciência.

Encontrado com facilidade no Canadá, o mel de maple, ou maple syrup, como também é conhecido, é o acompanhamento perfeito para as panquecas. Se um dia você quiser arriscar e tentar fazer uma panqueca de desenho animado, procure antes esse mel

Só pra finalizar, o maple é o nome de um programa de computador muito famoso, utilizado em aulas de matemática de algumas faculdade. Eu particularmente achava inútil tais aulas, já que todos colavam de todos nas aulas. O programa fazia as contas sozinho. E tínhamos que entregar para o professor só o passo-a-passo dos cálculos, não necessariamente importando se o resultado estava mesmo correto. Se não me falha a memória, eu usava o programa para plotar gráficos simples, ou trabalhar com matrizes… só o nome da matéria é que me fugiu da cabeça.

O que levar no Hopi Hari

Se você vai para o parque de diversões Hopi Hari, é bom se preparar. A diversão é garantida, mas algumas coisas devem ser pensadas antes.

Como o parque é bem extenso, você vai bater muita perna por lá. Dependendo do dia em que você for, prepare-se para pegar longas filas, principalmente nos brinquedos mais disputados:

La Tour Eiffel, uma torre muito alta, onde somos levados até o topo sentados em cadeiras… e de repente, despencamos em alta velocidade.

Montezum, a maior montanha russa da América Latina. Fila imensa, já cheguei a ficar mais de uma hora lá esperando.

Katapul, outra montanha russa onde entramos em loop, ficando de cabeça pra baixo. De frente e de ré, pois o carrinho volta de costas depois.

Rio Bravo, um rio, literalmente, onde descemos dentro de um bote. Garantia de muita diversão, já que saímos bem molhados de lá.

Uma coisa que sempre faço é usar roupas bem leves, e levar uma camiseta de reserva. Hoje, não sei se podemos sair do parque para irmos até o estacionamento. Mas quando isso era permitido, era uma mão na roda. Deixávamos a comida dentro do carro, em caixas de isopor, por exemplo, e aproveitávamos para dar uma descansada lá. Dessa forma, economizávamos com comida, que não é barata no parque.

Água para beber tem de monte, em filtros espalhados por lá. Nos mantermos hidratado é fundamental.

Quem vai com a família, pode comprar os ingressos antecipados em suas próprias cidades. Não sei se isso adianta alguma coisa, mas sei que em toda cidade tem gente que vende. Quem pensa em montar uma excursão, pode entrar em contato diretamente com o pessoal do parque.

Vale a pena o passeio!

Tira logo uma foto aí

Desde a inclusão digital, com o crescente número de vendas de câmeras digitais, por vezes disponíveis em celulares, cujas marcas atingiram números exorbitantes, pasmem, de 2 aparelhos por brasileiro… eis que surge, para os anais das fotos pixeladas…

TIra logo essa foto

TIra logo essa foto

Como morar em uma república de estudantes

Ok, você passou no vestibular, seu pai te deu (ou não) um carro de presente, e você está de mudança para a cidade distante onde irá estudar. Beleza?

Beleza o caramba. Você está ferrado. Sinto lhe informar, mas ao sair da casa dos seus pais, o seu mundo começou a virar de cabeça para baixo, colega.

Entrar na faculdade e morar fora é um passo dado, e muito bem dado, em direção à vida adulta. Normalmente, jovens dos 17 aos 20 anos acabam caindo nessa armadilha da sociedade, e, num passe de mágica, tudo que era bonitinho, tudo que era maravilhoso na casa dos pais, começa a complicar.

Não que estudar em uma universidade, pública ou não, não seja legal. Não que morar fora não seja legal. Mas é bom que você saiba que, junto com essas alegrias, vêm junto um monte de problemas também.

Caso você não tenha dinheiro, e seus pais também não, você terá sérios problemas para se adaptar à nova vida. Ter que viver com o dinheiro contado, fazer contas para ir ao supermercado, economizar, tudo isso pode ser novidade para os novos universitários, acostumados à comidinha da mamãe, da mesadinha (e um pouco mais) do papai.

Morar com outras pessoas também é comer o pão que o diabo amassou. Por mais paciente que você seja, por mais sociável que ache que você é, você tem grandes chances de entrar em uma república, e dividir quarto com o ser mais repugnante que você já viu em toda sua vidinha besta. De repente, você pode estar dividindo o beliche com um porco roncador, com uma menina rockeira (e seus headphones), com mais 3 colegas viciados em video-game (e você não). Você pode dividir o teto com um Ricardão-mór, comedor insaciável, e você, justiceiro, ainda sofrendo descascando bananas.

A vida é isso camarada. Não pense que tudo é lindo maravilhoso.

Para aceitar essa nova fase da vida adulta, você deve se conformar com tantas mudanças. Pode tentar fazer o jogo de seus amigos, e se tornar um deles (é aí que começa a decadência dos universitários), ou pode se mudar para uma kitnet de um quarto-e-sala. Se isolar do mundo nos 4 ou 5 anos de faculdade, e sair ileso.

Pode também tentar ser o herói, e lutar contra tudo e contra todos em sua república. Isso, até ser escolhido para ser mandado embora. Pode ainda bancar o pai de todos, ser aquele que irá tomar conta de tudo, e assumir, de fato, as responsabilidades da vida adulta.

Tudo é questão de escolha.

Bom saber que o ambiente universitário te ensina a tomar as primeiras decisões da sua vida. Você pode mudar de república tranquilamente (desde que não exista o esquema de multa ou de substituição de inquilino). Você pode ir embora, como já disse antes. Você pode começar a questionar e enfrentar seus amigos de república. Sim, aqueles que mijam fora do vaso, ou que mijam no chuveiro, ou que deixam as cuecas mijadas penduradas nos registros. Pode reclamar com aqueles que não lavam os pratos, ou que atrasam os pagamentos, ou que roubam sua comida, ou que não respeitam o seu sono. Pode querer bater em quem toca guitarra, trompete, teclado, ou que resolveu comprar uma bateria. E por aí vai.

Tem certeza que vai prestar vestibular esse ano? Se passar, vai morar em república? Tem certeza que vai morar em outra cidade, sem dinheiro, longe dos seus pais?

Parabéns. Faça isso mesmo, e tenha histórias para contar para seus filhos. Assim como eu tenho muitas para contar também! =)

Como comprar na Santa Ifigênia

Muitas pessoas, tanto de São Paulo como de outras cidades, vão até a região da Santa Ifigênia para comprar produtos eletrônicos. Celulares, aparelhos de DVD, produtos de informática, aparelhos de som… é possível encontrar de tudo por lá.

Saber como comprar na Santa Ifigênia é que é a questão. Quem vai lá pela primeira vez, pode se assustar com a quantidade de lojas disponíveis. Pode se assustar ainda com a quantidade de produtos, aparentemente, falsificados. E pode se assustar, com certeza, com a insegurança que é comprar por lá.

Sejamos francos. Apesar das lojas estarem legalizadas, apesar dos lojistas darem notas fiscais, apesar do intenso movimento, que pode passar a falsa impressão de confiança, todo o cuidado é pouco. Você pode comprar gato por lebre, e ter muita dor de cabeça se quiser reaver seu dinheiro.

Uma das dicas que dou, e que evidentemente é a dica básica, é, PESQUISE. Ande por todas as lojas possíveis, pesquisando não somente o preço de produtos, como também a idoneidade dos lojistas. Muitos lojistas da Santa Ifigênia, apesar de estarem trabalhando na mesma região, disputam a tapa a preferência do cliente. Evidentemente, eles querem que você compre na loja deles, e não na vizinho ao lado.

Pesquisar a idoneidade de uma loja de produtos eletrônicos não é fácil. Deve começar antes mesmo de ir até a região, se possível. Ter referências de pessoas que já compraram por lá é fundamental. Por exemplo, se você for comprar pilhas recarregáveis, pendrives, cartões de memória ou DVD’s virgens, você está lascado. São centenas de lojas que vendem esses produtos. Muitos, oferecem praticamente os mesmos preços. As marcas, aparentemente são todas iguais… então, o que fazer?

Pesquise. Pergunte ao seu amigo que já comprou por lá, ou entre em algum fórum de discussão. Obtenha referências confiáveis.

Uma outra dica que dou é perguntar sobre determinada loja em lojas completamente diferentes. Por exemplo, você pode perguntar numa loja especializada em câmeras fotográficas onde é o melhor lugar para se comprar pilhas recarregáveis. Mas seja bem claro: em quem se pode confiar, que não seja aqui da sua galeria? Isso, porque o lojista pode te indicar o colega do lado, ou o colega do mesmo corredor, da mesma galeria… e isso de nada iria adiantar.

Perguntar por lojas em outras galerias te abre o leque de pesquisa. Se uma determinada loja for indicada mais de uma vez, é sinal de que, ou o lojista é mesmo de confiança… ou a rede de contatos dele é grande. E uma boa rede de contatos às vezes é um bom sinal. Demonstra que ele tem alguma vantagem em relação aos demais, que pode ter um cuidado maior com seus negócios… e que têm produtos de qualidade.

Preços na Santa Ifigênia são tentadores. Comprar por lá, ou comprar na Internet, quase sempre não tem diferença. Os preços são parecidos… e pechinchando, você conseguir bons negócios. Mais de uma vez consegui comprar produtos com preços mais baratos que nas lojas concorrentes da região.

Evite ostentar na região. O conselho que dou aqui é direto e reto. Fique esperto. Roubos podem acontecer em qualquer lugar. Ou nas proximidades, logos depois que você fizer suas compras.

Uma boa dica que dou para quem não é de São Paulo é fazer um roteiro turístico. Você pode tirar um dia, e ir pela manhã na região do bairro da Liberdade, ali pertinho. Almoce, passeie na região, que também tem algumas lojinhas de importados. Em seguida, pode ir a pé até a Sé, conhecer toda a região central… e chegar na estação São Bento do metrô, logo ali. Para ir até a Santa Ifigênia, é só atravessar o Viaduto do Chá.

Minha última aquisição lá foi um controle remoto para o Lexux Box F36. Produto praticamente fora de linha, foi quase um parto encontrar alguém que vendesse. Em outras cidades, o controle não existe… mas na Santa Ifigênia, encontrei o bichinho (e similares) por R$ 40,00. No Mercado Livre, o preço oscila entre R$ 37,00 e R$ 60,00. Ou seja, fiz uma boa compra. Aproveitei a viagem e comprei algumas pilhas recarregáveis Sony (AA e AAA), por R$ 20,00 o par. Pilhas aparentemente originais…

Bons negócios na Santa Ifigênia!