Como Pode?

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Você já se fez essa pergunta hoje?

Como fazer um avião de papel

Há 20 anos atrás, eram poucos os modelos de avião de papel. Feitos normalmente com uma folha de papel sulfite, os modelos conhecidos tinham características semelhantes, e um ou outro avião de papel voava direito.

O modelo mais conhecido é o pontudo, ou bicudo. Sua característica principal é voar reto, sem fazer curvas.

Um outro modelo é o descrito no vídeo abaixo. Esse modelo tem como característica principal as curvas que ele faz. Há 20 anos atrás, esse modelo não tinha esse bico pontudo que o menino fez.

Baseado nesse modelo, existem algumas variantes. Além dessa variante com bico, temos o modelo com cauda, para estabilizar. Esse é o sem bico:

E esse é o com cauda e com bico:

Repare que esse dois modelos têm o bico construído de uma outra forma. O bico é resultado de dobras clássicas do origami, e não da dobra “grosseira” do segundo vídeo.

Havia ainda esse modelo, com a dobra clássica, sem o bico, mas não encontrei um vídeo no Youtube.

Evidentemente, existem centenas de modelos de aviões de papel. Basta se fazer uma dobra a mais, ou a menos, e temos um modelo diferente. O modelo abaixo tem uma dobra “perdida”, sem seguir um padrão definido. Mas esse modelo voa muito bem em linha reta.

Caso queira testar um modelo famoso, o do vídeo abaixo bateu recorde de permanência no ar. Algo em torno de 25 segundos, em ambiente fechado.

Temos também aviões de papel em formatos inusitados. O modelo abaixo é praticamente um cano cortado:

Para finalizar, temos o modelo motorizado. Esse é de cair o queixo.

Cachorro correndo com câmera GoPro

Imagine um cachorro querendo muito correr em direção ao mar. Coloque uma câmera GoPro em suas costas, e atice o animal. E solte o bicho.

Elefante desenhando pintando um elefante

Os elefantes são animais muito inteligentes. Mas quem poderia imaginar que eles conseguem pintar um quadro? E o mais impressionante: pintar um auto-retrato?

Os perigos ao se utilizar os caixas-eletrônicos dos bancos

Se você usa caixas-eletrônicos, e muito provavelmente usa (ou deveria usar), muito cuidado. Caso você não conheça tudo sobre os caixas-eletrônicos, você está correndo riscos desnecessários.

Os caixas-eletrônicos são a forma mais inteligente de se utilizar a rede bancária para movimentar seu dinheiro. Hoje em dia, é perda de tempo entrar em agências bancárias para pagar contas, pegando filas intermináveis, por exemplo. Ninguém precisa ficar se aborrecendo com atendentes mal preparados, gerentes metidos a besta. Quase tudo pode ser feito pelos caixas-eletrônicos. E o que você não conseguir fazer, você pode fazer pela Internet. Simples assim.

Ao se utilizar um caixa-eletrônico, no entanto, é preciso tomar muito cuidado. Existem vários tipos de golpes que podem ser aplicados nos caixas-eletrônicos, por diversos tipos de golpistas. Por mais cuidadoso que o cliente seja, sempre haverá um golpe novo sendo planejado. Portanto, é fundamental estar sempre atento.

Vamos citar aqui alguns dos golpes mais comuns. Se você utiliza o caixa-eletrônico com frequência, leia com atenção. E não leia apenas. Pare, reflita, imagine cenários que podem se assemelhar aos golpes que vamos citar.

Um dos golpes mais clássicos é o da retenção do cartão na leitora de cartões. Muitos golpistas, com a tecnologia dos dias de hoje, conseguem utilizar um simples cartão de um cliente para fazer muitas coisas. Um exemplo é a compra com cartão de crédito. Por exemplo, você já deve ter visto por aí pessoas vendendo assinaturas de revistas, pedindo “apenas” o número do seu cartão. Isso porque é possível autorizar débitos agendados no cartão, sem necessidade de senha.

Para reter um cartão, o golpista utiliza-se de artifícios para que, ao tentar retirar o cartão da leitora, o cliente não consiga fazê-lo. Seja com fitas adesivas, arames, cola, travas… o cliente não consegue retirar o cartão. A própria leitora de cartões pode prender o cartão de tal forma que, somente ligando e desligando o caixa-eletrônico é possível retirá-lo. Ou então, somente o golpista consiga tirar.

Uma variante desse golpe é a troca do cartão. O golpista, estando próximo do cliente apavorado com o cartão preso, se oferece para ajudá-lo. Nesse momento, o golpista já estava de olho no cliente há muito tempo. Ele já deve ter espiado a senha, e só estava torcendo para que o cartão ficasse preso. Ao se oferecer para tirá-lo da leitora, o golpista faz a troca. Com o cartão e a senha em mãos, o estrago já está feito.

A abordagem dos golpistas é frequente. Uma outra forma de abordagem, mais sofisticada, tem o seguinte fluxo: o cliente faz todas as suas transações no caixa, e na hora de ir embora, ele é abordado pelo golpista. Este, inventando qualquer história, fala que a tela do caixa eletrônico do cliente ficou aberta, ou que o cliente não encerrou a sessão corretamente. O cliente, ressabiado, volta ao caixa, e se depara com uma tela aberta, de fato… e prontamente tenta fechar sua sessão.

Nesse instante, o cliente, para tentar reverter a situação, usa seu cartão novamente. E com a ajuda do golpista, que maliciosamente explica um caminho qualquer, seu cartão é trocado rapidamente. Conversa vai, conversa vem, e sem que o cliente perceba, o cartão é entregue a um outro golpista que está ao lado! E o primeiro golpista continua encenando a tentativa de sair da sessão, dessa vez pedindo ajuda do próprio cliente.

É bom notar que, nesse tipo de golpe, o cliente não percebe nada. Ao tentar sair da sessão, ele digita sua senha, e nada funciona. Isso porque ele está com o cartão trocado. E o golpista, no caixa ao lado, só espera o momento exato para espiar a senha… e simultaneamente, fazer o mesmo no outro caixa. Mas dessa vez, ele já estará sacando, ou fazendo algo malicioso.

Ao perceber que algo está errado, dificilmente o cliente percebe que seu cartão foi trocado. Nisso, a tela já deve ter voltado ao normal, o outro golpista já foi embora, e o golpista principal só tem que torcer para que o cliente não perceba o cartão trocado. Golpe certo.

Uma outra forma de golpe muito comum é a troca de envelopes de depósitos. O cliente, por vezes com dificuldades para fazer um depósito, pode pedir ajuda para um estranho. Se o estranho for um golpista, facilmente o envelope é trocado por outro. Uma das principais artimanhas do golpista é jogar algo no chão, de propósito, para desviar o olhar do cliente. Ou então, olhar para algum lugar, como que tentando desviar o olhar do cliente. Se isso ocorre, o envelope é trocado, o golpista fica com o envelope com dinheiro, e um envelope vazio é depositado.

Golpes com envelopes, normalmente, acontecem de outra forma. O cliente tenta fazer um depósito, mas por algum motivo, o comprovante de depósito não sai. O cliente olha para a entrada do envelope, o envelope para ter entrado normalmente, mas nada do comprovante. Mesmo assim, o cliente vai embora… e dias depois, ele percebe que o dinheiro não fora depositado. Isso porque, de alguma forma, os golpistas conseguem impedir que o envelope chegue até o final do processo. Seja através da chamada “pescaria” de envelopes, onde uma linha, ou fita adesiva, impede que o envelope vá até o final… ou através de mecanismos que são instalados na entrada do caixa, que se parecem com a entrada do depositó do envelope, mas que na verdade desviam o envelope para o chão… entre outros. Nesses tipos de golpe, o golpista volta bem depois, horas depois, só para recolher a féria do dia. E o fazem quando não há ninguém na agência.

Repare que os golpistas são altamente inteligentes. São pessoas com as quais não é possível lidar, nem desconfiar, pois eles são treinados para isso. Vivem disso. Dificilmente um golpista se arrisca. Dificilmente um golpista é pego. A menos que exista uma intervenção da polícia, seja através por monitoramento, ou por denúncia, o golpista quase sempre é bem sucedido.

Existem ainda mecanismos mais sofisticados, onde frentes falsas da carenagem do caixa são instaladas por cima dos caixas originais, de forma a enganar os clientes mais desavisados. Nesses tipos de mecanismos, existem leitoras de cartões, que enviam os dados por celular, por exemplo. Senhas, banda magnética, dados digitados, tudo é enviado para o bandido, que só está esperando tais informações em algum lugar, para posteriormente, clonar cartões, fazer saques, empréstimos, etc.

Bom lembrar que as empresas de caixas-eletrônicos estão em constante guerra contra tais golpistas. A cada nova investida, novas funcionalidades são instaladas nos caixas, tentando justamente evitar a ação dos meliantes. Um dos exemplos mais interessantes no momento é a instalação de leitoras de digitais dos dedos ou da palma da mão. A biometria, como é chamada, tem algo grau de segurança e eficiência. Mas, por quanto tempo?

A ação de meliantes não é algo exclusivo do Brasil. No vídeo abaixo, temos a sofisticação ao extremo:

Resumidamente, temos que com câmeras vendidas no mercado (no caso, um iPhone 5 com uma câmera que detecta a temperatura) é possível traçar a senha digitada em teclados. Pelo calor dos dedos, é possível ver quais foram as teclas apertadas: teclas que aparecem mais “quentes”, foram as últimas. Teclas mais “frias”, foram as primeiras a serem apertadas. E a senha já era, nesses casos…!