Archive for February, 2016

Antigos kits de mágica

Posted in Curiosidades, Imagens, Interessante, Vídeos on February 25th, 2016 by Administrador – Be the first to comment

Quem tem lá seus 35 anos deve se lembrar do antigos kits de mágica que eram vendidos para as crianças.

Kit de mágica antigo

Kit de mágica antigo

Tais kits vinham com vários apetrechos, que ainda hoje são vendidos em lojinhas de mágica por aí. Vinham também com um manual de instruções, detalhando cada mágica. Os kits mais incrementados tinham também uma varinha mágica.

Muitos truques continuam atuais ainda hoje. É verdade que são truques simples, mas para o público a que se destinam, que são as crianças, são muito legais.

De cabeça, vou citar os truques que me lembro:

– a rosa que aparecia na ponta da varinha;

– o truque das bolinhas de espuma que brotavam do nada nas mãos;

– a pomba que pulava de uma raquete para outra (no vídeo, uma variação):

– o ovinho/bolinha que sumia e aparecia de dentro de um cálice (não achei ainda o vídeo);

– o cubo que descia pela cordinha e ficava parado (também não achei).

Bom lembrar também o fantástico Manual de Mágicas da Disney, que ensinava vários truques também.

Manual de Mágicas Disney

Manual de Mágicas Disney

Hwang Min Woo cresceu. O que? Você não lembra dele?

Posted in Engraçado, Pessoas, Vídeos on February 25th, 2016 by Administrador – Be the first to comment

Você deve se lembrar do garotinho que dançava no clip do Psy, Gangnan Style. Seu nome é Hwang Min Woo. E ele cresceu.

Hwang Min-Woo

Hwang Min-Woo

 

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A importância do estetoscópio

Posted in Curiosidades on February 7th, 2016 by Administrador – Be the first to comment

Há poucas tecnologias mais simbólicas na medicina ocidental do que o estetoscópio. Escolas médicas, muitas vezes os dão de  presente para estudantes calouros de medicina, juntamente com um casaco branco quando começam seus estudos. Por ser uma ferramenta médica típica, é bastante versátil e de baixo custo, permitindo que os médicos possam detectar sinais precoces de problemas no corpo com um dispositivo que custa apenas alguns reais.

E tem só 200 anos de idade.

A tecnologia médica tem avançado muito nas últimas décadas, no entanto, os médicos continuam utilizando uma ferramenta que foi inventada numa época onde os médicos ainda usavam sanguessugas como forma de tratamento. Em 1816, haviam poucas formas de “ver” o que estava acontecendo dentro do corpo. Mas nos dias de hoje, temos tecnologia de imagem incríveis. Por que os médicos ainda usam tubos de borracha século 19 para verificar o que está acontecendo dentro de nós?

“O problema é  que as pessoas nos identifical pelos estetoscópios. Este é o nosso cartão de identificação “, disse o Dr. Jagat Narula, cardiologista do Hospital Mount Sinai, que é um defensor da eliminação progressiva do instrumento.

O estetoscópio foi inventado em 1816 por Rene Theophile Hyacinthe Laënnec, um médico francês que estava à procura de uma solução para escutar o coração de uma mulher. Ele lembra de ter visto algumas crianças tentando se comunicar, pressionando seus ouvidos em um pedaço de madeira, e arranhando a outra extremidade (parecido com os telefones de lata). Ele criou um dispositivo onde uma das extremidades era pressionada contra o corpo, e a outra era pressionada no ouvido do médico, para amplificar os sons no interior da cavidade torácica.

Mas ouvir os sons do corpo como uma ferramenta de um processo de diagnóstico, a chamada ausculta, remonta aos tempos antigos. Médicos no passado simplesmente pressionavam seus ouvidos nas costas, peito e abdomen do paciente para ouvir sinais de problemas, como borbulhos, chiados e palpitações. O estetoscópio foi uma ferramenta inventada para facilitar essa prática.

“Não havia nenhuma maneira de olhar dentro do peito naquela época”, explicou Narula. “Ao ouvir dessa forma, eles foram capazes de olhar para dentro de forma indireta.”

Na verdade, Narula aponta, estetoscópio traduz-se literalmente como “ver no peito.” E por um longo tempo, ainda mais com os estetoscópios tornondo-se mais refinados, a ferramenta continuou a ser a melhor forma de diagnósticos. Aos poucos, novas tecnologias surgiram, permitindo-nos ver realmente dentro do corpo: o raio-x em 1895, o eletrocardiograma em 1902, o ultra-som na década de 50, e a ressonância magnética em 1977.

Mas enquanto essas tecnologias avançadas capacitavam os médicos para fazer diagnósticos melhores, eles eram muito caros e intrusivo para análises superficiais. Quando alguém entra em seu consultório dizendo que está com falta de ar, você não irá encaminhá-lo para uma ressonância magnética, sem ao menos fazer um exame físico antes.

Você pode colocar um paciente em uma máquina de ressonância magnética e obter imagens muito mais detalhadas do coração, como jamais poderia imaginar. Mas, ao mesmo tempo, se alguém entra em seu escritório reclamando de dor no peito, o exame prévio do estetoscópio é ainda o mais indicado.

Novas tecnologias estão começando a competir com o estetoscópio. Em particular, ultra-sons portáteis estão se tornando mais compactos, poderosos, permitindo aos médicos formados a capacidade de fazer diagnósticos até mesmo nos consultórios. Um médico pode usar um estetoscópio e, se ele ouve algo de diferente, envia o paciente para um ecocardiograma. Narula diz que os ultra-sons portáteis podem agilizar este processo.

“Há muito poucas questões que você não seria capaz de detectar com um ultra-som,” Narula me disse. “Com ultra-som portátil, você será capaz de pegar todos os casos que você teria perdido, evitando-se de enviar casos para um ecocardiograma, quando não forem necessários.”

Há uma série de razões pelas quais o ultra-som pode demorar a substituir o estetoscópio, e não é apenas a resistência à mudanças. Primeiro de tudo, Narula disse que tais aparelhos custam entre US $ 5.000 e US $ 10.000 (em comparação aos US$ 200, ou menos, de um estetoscópio). Eles também não são refinados o suficiente para disgnosticar tudo o que um estetoscópio consegue, de acordo com Dr. Valentin Fuster, cardiologista, médico-chefe no Monte Sinai. Em um editorial publicado este mês, Fuster dá uma lista de seis exemplos de 48 horas em sua clínica, onde um estetoscópio detectou algo que o ultra-som não detectou.

Ele ressalta que a formação necessária para fazer um diagnóstico adequado é extensa, e que os médicos precisam saber como trabalhar quando eles não têm acesso a tecnologias avançadas. Ele cita o exemplo de se trabalhar no exterior, onde condições de atendimento podem ser precárias, como em países pobres.

Goldberger traz ainda outra questão: a proximidade física entre médico e paciente que o estetoscópio exige é algo importante, em um momento onde os médicos estão frequentemente sobrecarregados e apressados.

“Usando um estetoscópio, e a imposição das mãos, é a forma como podemos nos conectar com os pacientes. Isso é o que a medicina deveria ser”, disse Goldberger. “É importante se ressaltar a importância do exame físico quando ensinamos ensinamos os estudantes de medicina. Muitas vezes dá-se um estetoscópio no primeiro dia de escola médica. Ele é muito mais do que uma maneira de se ouvir os sons do coração. “