O que fazer para afastar parentes indesejados

Nos dias de hoje, são muito comuns as brigas familiares. Mas não entre as pessoas que moram na mesma casa, e sim, com aquelas pessoas de fora, que resolvem perturbar. Os chamados parentes ocasionais.

Sim, porque essas pessoas não são parentes de fato. Só biologicamente e juridicamente e morfologica-sintaticamente. Fora isso, não são parentes. Pense dessa forma.

Imagine a cena: você se casa com uma pessoa maravilhosa, e meses depois, descobre que os parentes dela são um pé no saco. Te pedem favores, te pedem dinheiro, te dão trabalho, perturbam a integridade do seu lar. E você, subjugado pelo seu laço conjugal, não querendo entrar em atrito com a esposinha, tem que aceitar os mentecaptos pro resto da vida.

Parentes são assim. Em muitos casos, são pessoas que também podem te odiar, da mesma forma, por n motivos. Ou você acha que só você é o certinho? Enganados ou não, seus parentes podem te achar o animal da pior espécie, por ter adentrado a familia deles, por ter possuído a irmã caçula querida deles, etc.

Perceba: o ódio pode ser recíproco.

Para contornar essas situações, é bom estabelecer certos limites de tolerância com parentes. Dar um basta, quando possível, de maneira que se estabeleçam níveis de relacionamento suportáveis de convivência.

Num primeiro nível, temos os nossos próprios parentes consanguíneos. Nossos pais, irmãos, avós e filhos. Nesse nível, a tolerância deve ser extrema, pois são pessoas que realmente fazem parte da sua família. É um relacionamento inevitável, está no sangue. São pessoas onde o relacionamento normalmente é tranquilo, amigável, honesto, recíproco. Só em famílias desestruturadas esse nível de relacionamento tem algum tipo de problema.

Num segundo nível, temos os tios, tias, primos, etc. São parentes que não deveriam conviver em nossa casa, mas que em alguns casos, adentram o ambiente familiar. Nesse nível, pode haver ainda um bom relacionamento, mas eventuais problemas de convivência podem aparecer também.

Num terceiro nível, começam as disputas pra valer. É quando parentes que se acham parentes, mas que são meros coadjuvantes de nossas vidas, resolvem ser mais do que estão predestinados a ser. Cunhados, sogros, enteados, por não terem nenhum laço de consanguinidade conosco, chamam pra si uma autoridade que não lhes pertence. Querem mais do que podem, exigem mais do que têm direito, perdem a noção de espaço. Invadem a sua vida pessoal, cuidam dos seus problemas, acham que, só por você estar casado com a filha/irmã deles, têm que decidir pela vida dela, e pela sua JUNTO.

Níveis mais baixos de relacionamento familiares são irrelevantes, mas eventualmente podem atrapalhar sua vida pessoal também. Concunhado, agregado, inquilino, etc… essas pessoas, por mais embrenhadas que estejam em nosso seio familiar, não podem jamais dar um palpite sequer. Não podem ter autoridade, não podem pedir favores, não podem nada.

Para afastar cada um dos níveis de relacionamento, ou, para dizimar a parentada indesejada, você deve se utilizar de procedimentos específicos que não abalem a sua própria família. Odiar a sogra, afastá-la, sem consternar sua esposa, não é fácil. Mandar uma cunhada para a casa do caralho, sem arrumar briga com a parentada, merece atenção especial. Evite stress desnecessário. Mas se for necessário, capriche.

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