Como Pode?

Icon

Você já se fez essa pergunta hoje?

Pau de Selfie

Pau de Selfie

Visite também Pau de Selfie

IMG_7278.JPG

Como fazer um avião de papel

Há 20 anos atrás, eram poucos os modelos de avião de papel. Feitos normalmente com uma folha de papel sulfite, os modelos conhecidos tinham características semelhantes, e um ou outro avião de papel voava direito.

O modelo mais conhecido é o pontudo, ou bicudo. Sua característica principal é voar reto, sem fazer curvas.

Um outro modelo é o descrito no vídeo abaixo. Esse modelo tem como característica principal as curvas que ele faz. Há 20 anos atrás, esse modelo não tinha esse bico pontudo que o menino fez.

Baseado nesse modelo, existem algumas variantes. Além dessa variante com bico, temos o modelo com cauda, para estabilizar. Esse é o sem bico:

E esse é o com cauda e com bico:

Repare que esse dois modelos têm o bico construído de uma outra forma. O bico é resultado de dobras clássicas do origami, e não da dobra “grosseira” do segundo vídeo.

Havia ainda esse modelo, com a dobra clássica, sem o bico, mas não encontrei um vídeo no Youtube.

Evidentemente, existem centenas de modelos de aviões de papel. Basta se fazer uma dobra a mais, ou a menos, e temos um modelo diferente. O modelo abaixo tem uma dobra “perdida”, sem seguir um padrão definido. Mas esse modelo voa muito bem em linha reta.

Caso queira testar um modelo famoso, o do vídeo abaixo bateu recorde de permanência no ar. Algo em torno de 25 segundos, em ambiente fechado.

Temos também aviões de papel em formatos inusitados. O modelo abaixo é praticamente um cano cortado:

Para finalizar, temos o modelo motorizado. Esse é de cair o queixo.

Cachorro correndo com câmera GoPro

Imagine um cachorro querendo muito correr em direção ao mar. Coloque uma câmera GoPro em suas costas, e atice o animal. E solte o bicho.

Elefante desenhando pintando um elefante

Os elefantes são animais muito inteligentes. Mas quem poderia imaginar que eles conseguem pintar um quadro? E o mais impressionante: pintar um auto-retrato?

Os perigos ao se utilizar os caixas-eletrônicos dos bancos

Se você usa caixas-eletrônicos, e muito provavelmente usa (ou deveria usar), muito cuidado. Caso você não conheça tudo sobre os caixas-eletrônicos, você está correndo riscos desnecessários.

Os caixas-eletrônicos são a forma mais inteligente de se utilizar a rede bancária para movimentar seu dinheiro. Hoje em dia, é perda de tempo entrar em agências bancárias para pagar contas, pegando filas intermináveis, por exemplo. Ninguém precisa ficar se aborrecendo com atendentes mal preparados, gerentes metidos a besta. Quase tudo pode ser feito pelos caixas-eletrônicos. E o que você não conseguir fazer, você pode fazer pela Internet. Simples assim.

Ao se utilizar um caixa-eletrônico, no entanto, é preciso tomar muito cuidado. Existem vários tipos de golpes que podem ser aplicados nos caixas-eletrônicos, por diversos tipos de golpistas. Por mais cuidadoso que o cliente seja, sempre haverá um golpe novo sendo planejado. Portanto, é fundamental estar sempre atento.

Vamos citar aqui alguns dos golpes mais comuns. Se você utiliza o caixa-eletrônico com frequência, leia com atenção. E não leia apenas. Pare, reflita, imagine cenários que podem se assemelhar aos golpes que vamos citar.

Um dos golpes mais clássicos é o da retenção do cartão na leitora de cartões. Muitos golpistas, com a tecnologia dos dias de hoje, conseguem utilizar um simples cartão de um cliente para fazer muitas coisas. Um exemplo é a compra com cartão de crédito. Por exemplo, você já deve ter visto por aí pessoas vendendo assinaturas de revistas, pedindo “apenas” o número do seu cartão. Isso porque é possível autorizar débitos agendados no cartão, sem necessidade de senha.

Para reter um cartão, o golpista utiliza-se de artifícios para que, ao tentar retirar o cartão da leitora, o cliente não consiga fazê-lo. Seja com fitas adesivas, arames, cola, travas… o cliente não consegue retirar o cartão. A própria leitora de cartões pode prender o cartão de tal forma que, somente ligando e desligando o caixa-eletrônico é possível retirá-lo. Ou então, somente o golpista consiga tirar.

Uma variante desse golpe é a troca do cartão. O golpista, estando próximo do cliente apavorado com o cartão preso, se oferece para ajudá-lo. Nesse momento, o golpista já estava de olho no cliente há muito tempo. Ele já deve ter espiado a senha, e só estava torcendo para que o cartão ficasse preso. Ao se oferecer para tirá-lo da leitora, o golpista faz a troca. Com o cartão e a senha em mãos, o estrago já está feito.

A abordagem dos golpistas é frequente. Uma outra forma de abordagem, mais sofisticada, tem o seguinte fluxo: o cliente faz todas as suas transações no caixa, e na hora de ir embora, ele é abordado pelo golpista. Este, inventando qualquer história, fala que a tela do caixa eletrônico do cliente ficou aberta, ou que o cliente não encerrou a sessão corretamente. O cliente, ressabiado, volta ao caixa, e se depara com uma tela aberta, de fato… e prontamente tenta fechar sua sessão.

Nesse instante, o cliente, para tentar reverter a situação, usa seu cartão novamente. E com a ajuda do golpista, que maliciosamente explica um caminho qualquer, seu cartão é trocado rapidamente. Conversa vai, conversa vem, e sem que o cliente perceba, o cartão é entregue a um outro golpista que está ao lado! E o primeiro golpista continua encenando a tentativa de sair da sessão, dessa vez pedindo ajuda do próprio cliente.

É bom notar que, nesse tipo de golpe, o cliente não percebe nada. Ao tentar sair da sessão, ele digita sua senha, e nada funciona. Isso porque ele está com o cartão trocado. E o golpista, no caixa ao lado, só espera o momento exato para espiar a senha… e simultaneamente, fazer o mesmo no outro caixa. Mas dessa vez, ele já estará sacando, ou fazendo algo malicioso.

Ao perceber que algo está errado, dificilmente o cliente percebe que seu cartão foi trocado. Nisso, a tela já deve ter voltado ao normal, o outro golpista já foi embora, e o golpista principal só tem que torcer para que o cliente não perceba o cartão trocado. Golpe certo.

Uma outra forma de golpe muito comum é a troca de envelopes de depósitos. O cliente, por vezes com dificuldades para fazer um depósito, pode pedir ajuda para um estranho. Se o estranho for um golpista, facilmente o envelope é trocado por outro. Uma das principais artimanhas do golpista é jogar algo no chão, de propósito, para desviar o olhar do cliente. Ou então, olhar para algum lugar, como que tentando desviar o olhar do cliente. Se isso ocorre, o envelope é trocado, o golpista fica com o envelope com dinheiro, e um envelope vazio é depositado.

Golpes com envelopes, normalmente, acontecem de outra forma. O cliente tenta fazer um depósito, mas por algum motivo, o comprovante de depósito não sai. O cliente olha para a entrada do envelope, o envelope para ter entrado normalmente, mas nada do comprovante. Mesmo assim, o cliente vai embora… e dias depois, ele percebe que o dinheiro não fora depositado. Isso porque, de alguma forma, os golpistas conseguem impedir que o envelope chegue até o final do processo. Seja através da chamada “pescaria” de envelopes, onde uma linha, ou fita adesiva, impede que o envelope vá até o final… ou através de mecanismos que são instalados na entrada do caixa, que se parecem com a entrada do depositó do envelope, mas que na verdade desviam o envelope para o chão… entre outros. Nesses tipos de golpe, o golpista volta bem depois, horas depois, só para recolher a féria do dia. E o fazem quando não há ninguém na agência.

Repare que os golpistas são altamente inteligentes. São pessoas com as quais não é possível lidar, nem desconfiar, pois eles são treinados para isso. Vivem disso. Dificilmente um golpista se arrisca. Dificilmente um golpista é pego. A menos que exista uma intervenção da polícia, seja através por monitoramento, ou por denúncia, o golpista quase sempre é bem sucedido.

Existem ainda mecanismos mais sofisticados, onde frentes falsas da carenagem do caixa são instaladas por cima dos caixas originais, de forma a enganar os clientes mais desavisados. Nesses tipos de mecanismos, existem leitoras de cartões, que enviam os dados por celular, por exemplo. Senhas, banda magnética, dados digitados, tudo é enviado para o bandido, que só está esperando tais informações em algum lugar, para posteriormente, clonar cartões, fazer saques, empréstimos, etc.

Bom lembrar que as empresas de caixas-eletrônicos estão em constante guerra contra tais golpistas. A cada nova investida, novas funcionalidades são instaladas nos caixas, tentando justamente evitar a ação dos meliantes. Um dos exemplos mais interessantes no momento é a instalação de leitoras de digitais dos dedos ou da palma da mão. A biometria, como é chamada, tem algo grau de segurança e eficiência. Mas, por quanto tempo?

A ação de meliantes não é algo exclusivo do Brasil. No vídeo abaixo, temos a sofisticação ao extremo:

Resumidamente, temos que com câmeras vendidas no mercado (no caso, um iPhone 5 com uma câmera que detecta a temperatura) é possível traçar a senha digitada em teclados. Pelo calor dos dedos, é possível ver quais foram as teclas apertadas: teclas que aparecem mais “quentes”, foram as últimas. Teclas mais “frias”, foram as primeiras a serem apertadas. E a senha já era, nesses casos…!

Como fazer café

Bebida genuinamente brasileira, o café tem centenas de formas de preparo. Fazer um bom café é algo muito subjetivo, pois são inúmeras formas de preparo, bem como de se apreciar.

O mais famoso café do Brasil é o cafezinho de boteco. Também conhecido como café de bar, ou pingado, quando preparado com leite, o tradicional cafezinho é (ou deveria ser) patrimônio nacional.

Um bom café de bar é servido no copo americano de vidro. Dificilmente é servido menos de meio copo. O preço é muito barato. É a forma rápida de se tomar café do brasileiro.

Cafezinho

Cafezinho

O café de bar é preparado em máquinas não muito sofisticadas, sem muita firula. A água utilizada, o pó, o açúcar, a forma como é preparado, não demandam muita experiência ou requinte. É ferver e coar, e servir no copo americano que está sendo “esterilizado” numa prateleira de água fervente. Já vem adoçado.

Cafeteira de bar

Cafeteira de bar

Um nível acima, temos um café mais aprimorado. É o café servido na xícara branca, também conhecido como expresso. Fácil de se encontrar em lojas de conveniência, quiosques, restaurantes, o cafezinho mais encorpado traz consigo um pouco mais de requinte. É preparado em máquinas industriais, com mais recursos. Temos até um jato de vapor, para refinar a esterilização da xícara.

Café

Café

Esse café nem sempre vem adoçado, permitindo ao cliente adoçá-lo com açúcar ou adoçante.

Em seguida, temos alguns cafés mais aprimorados. Tem-se a preocupação com o pó escolhido. Por vezes, os grãos de café são moídos na hora. Feitos em máquinas importadas, ou em coadores de pano, tomando-se o cuidado com a temperatura da água, os cafés começam a ser saboreados como bebidas mesmo. Proliferam-se os nomes complicados, e o preço alcança os dois dígitos.

A principal diferença entre os tipos de café está na forma de preparo, utilizando-se o leite e chantilly. Segue abaixo algumas variantes:

Tipos de café

Tipos de café

O que é um Selfie?

De uns tempos pra cá, tornou-se comum falar em Selfie. Mas o que é um Selfie?

Do inglês, Selfie é uma foto de si mesmo (self-portrait photograph). Com o advento dos dispositivos móveis, está cada vez mais fácil tirar uma auto-foto. Basta esticar o celular com uma das mãos, olhar para a lente e tirar a foto.

O termo tornou-se popular com uma foto tirada por vários famosos em Hollywood. É inegável que Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Julia Roberts, Brad Pitt, Meryl Streep, Kevin Spacey, entre outros famosos, popularizaram a auto-foto.

Selfie Hollywood

Selfie Hollywood

Selfie Hollywood

Selfie Hollywood

O Selfie pode ser tirado sozinho, ou com outras pessoas. O importante é a ausência de um fotógrafo externo. Se a pessoa que tira a foto aparece na foto, temos um Selfie.

Um Selfie pode ser tirado com a ajuda da câmera traseira (ou frontal, como queiram). Muitos novos celulares oferecem duas câmeras, com boa qualidade. Visualizando a própria imagem no celular, temos Selfies aprovados pelo fotógrafo.

Um Selfie pode ser tirado no espelho também.

Um Selfie pode ser um vídeo também. Recentemente, um Selfie ficou muito famoso, pois retrata 3 anos de várias viagens feitas pelo fotógrafo, sempre retratando-se com o auxílio de um cabo extensor. No caso, diferentemente do celular, uma câmera digital parece ter sido utilizada.

No Brasil, através do Instagram, temos centenas de Selfies diariamente. Recentemente, vários famosos postaram Selfies diversos, em apoio ao jogador Daniel Alves.

Nem sempre um Selfie presta. São extensas as listas dos piores Selfies de todos os tempos.

Acre

Não sou do Acre, mas alguns fatos interessantes me chamaram a atenção essa semana. Pode até ser coincidência, mas decidi fazer uma pesquisa para embasar minhas conclusões.

Conhecido como G-7, o estado do Acre assiste a um dos maiores casos de supostas “formação de cartel, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, fraude à licitação e desvio de verbas públicas.”

http://amazonia.org.br/2013/06/pf-indicia-29-no-acre-por-fraudes-em-licita%C3%A7%C3%B5es-e-desvio-de-verbas/

Muitos dos envolvidos foram colocados em liberdade. No entanto, fontes para essa notícia são escassos.

http://www.oestadoacre.com/todas-as-noticias/43-acre/1764-stf-decide-por-liberdade-dos-envolvidos-na-operacao-g7

Coincidentemente, foi deflagrada ação de interdição contra a Telexfree. Telexfree tem sido considerada uma rede de marketing multinível, também conhecida como pirâmide. Milhares de pessoas em todo o país vêm participando do esquema, que promete ganhos elevados por indicação.

Em consulta ao aplicativo Google Trends, do Google, é que percebemos alguns fatos interessantes. Para quem não conhece, o Google Trends é uma ferramenta de pesquisa que exibe informações detalhadas sobre buscas feitas em determinado período. E é possível comparar buscas também.

Comparei os termos Telexfree e desvio de verba pública acre, e o resultado foi estarrecedor. Do ponto de vista analítico, a pesquisa está correta, utilizando-se palavras-chave bem escolhidas para o contexto.

Acre

Acre

Pelo gráfico, sem citar o estado do Acre, percebe-se a relevância do termo Telexfree no estado. Ao que parece, boa parte da população deve conhecer o esquema. Da mesma forma, qualquer burburinho em torno do cancelamento do sistema, como ocorreu essa semana, deve ser motivo de muita atenção por lá.

Em relação aos termos “desvio verba pública acre” e “libertação políticos acre”, muito pouco se falou.

Ora, diante de tais fatos, pode-se deduzir que algo está errado. Por que justo no Acre foi deflagrada tal ação contra a Telexfree? Sendo que a Telexfree nem está estabelecida naquele estado? E porque o fogo na palha foi ateado justo na época em que os envolvidos no escândalo do G7 foram soltos?

E por que o Google não conseguiu estatísticas? Sendo o Google uma empresa americana, pressupondo sua idoneidade, onde foram parar as informações sobre a libertação dos envolvidos? De fato, pouco se falou nos principais sites da região.

Por que?

Enem – pagamento não efetuado

Se você fez a inscrição para o ENEM 2013, e consultando pelo site do INEP, está estranhando a mensagem de “Inscrição não confirmada: Pagamento não efetuado.”, fique calmo.

Se você fez o pagamento corretamente dentro do prazo, deve aguardar o prazo de 3 dias úteis. É o tempo hábil de compensação bancária (no caso, Banco do Brasil).

Centenas de milhares de pessoas estão agoniadas com a não confirmação da inscrição. Se esse é o seu caso, calma.

Compartilhe essa informação no Facebook.

Clique em Curtir.

Faça a inscrição no Rippln. Se você não conhece o Rippln, deveria saber. Dê uma lida rápida no post abaixo e fique calmo.

http://www.comopode.com/?p=805

O poder de Doritos